quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

"NO-GERÊS"

P. de Leonte - Mourô - Lomba do Pau | 19.12.2009

Inicio do trilho na Portela de Leonte



Toca a subir

Um grande "zoom" ás pontes do Rio Caldo
Caniçada

Trilho gelado

Vista panorámica!!!


Abrigo do Mourô

O Prado

Seguindo em direcção á Cha da Fonte

Vale de Teixeira

Muitos sítios onde a água que corria virou
gelo, formando algumas formas bem peculiares.


Tudo congelado

Paisagem serrana


Mariola indicando o trilho

Prado da Lomba do Pau ao fundo

Os caminheiros

O prado

Cascata de gelo

É triste. Estava assim, mas assim é que não ficou.

Cá estou eu



Uma pausa para o almoço

REGRAS SIM! TAXAS NÃO!


A grande mariola

De regresso á Portela de Leonte



O trilho




Prado do Mourô


Caniçada ao fundo


Já se vê Leonte lá em baixo


Mais um pintura "Burrestre"

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"NO-GERÊS" Mordedura de Víbora. O que fazer:


É importante distinguir entre a víbora, geralmente venenosa, e a cobra, habitualmente inofensiva! Importa salientar que normalmente o que se vê são cobras!

Se não aparecerem sinais inflamatórios nos primeiros 30 minutos, a probabilidade de inoculação do veneno é baixa. A lesão cutânea inicial consiste em dois pontos vermelhos, dolorosos, separados aproximadamente por 1 cm, correspondendo ao local de inoculação do veneno. A dor imediata ocorre em mais de 90% dos casos. Cerca de 30 minutos depois surge edema esultante da lesão dos pequenos vasos e, horas mais tarde, bolhas serosas ou hemorrágicas e/ou equimoses. Alguns doentes descrevem um sabor “metálico”, a “borracha” ou a “menta”.

A morte é rara, associando-se, na maioria dos casos, a infecção secundária e, num menor número de casos, a paralisia dos músculos respiratórios, edema pulmonar ou paragem cardio-respiratória.

A abordagem do doente no local do acidente é extremamente importante:
O doente deve ser mantido em repouso, pelo facto da actividade muscular aumentar a difusão do veneno, e com a extremidade afectada abaixo do nível do corpo, para evitar o retorno venoso.
A ferida deve ser limpa e desinfectada com água e sabão e, se possível, com anti-séptico (tendo em atenção evitar o uso daqueles que alterem a coloração da pele, impedindo a detecção do aparecimento de futuras lesões) e, posteriormente, coberta com penso esterilizado.
Se possível, aplicar sacos com água fria ou toalhas molhadas sobre a extremidade afectada, mas não gelo. Caso haja necessidade, analgesiar o doente com paracetamol.

Após estas primeiras medidas de actuação imediata está indicado:

tentar identificar a vítima,
contactar o 112
ou o centro de informação antiveneno (CIAV)
através do nº 808 250 143
e evacuar a vítima para o centro especializado mais próximo.



Medidas NÃO aconselháveis
(e que antigamente nos diziam para fazer):

Realização de incisões à volta da ferida - Aumenta o risco de penetração do veneno e de infecção secundária. Sugar o veneno com a boca - Pode haver envenenamento do salvador, se este possuir pequenas feridas na boca ou cáries dentárias, para além de que a quantidade do veneno que se retira ser extremamente pequena. Colocação de torniquetes - Aumenta a sintomatologia local, pode causar isquemia da extremidade afectada e, quando removidos, permitem que o veneno entre na circulação sanguínea em elevada quantidade. Outras Medidas como Aplicar lixívia, permanganato de potássio ou barro sobre a ferida / Recorrer a crioterapia (gelo) ou choques eléctricos.

Medidas que deverão ter aconselhamento médico:

Administração de antiveneno - Está indicada na presença de agravamento das manifestações locais e/ou aparecimento das manifestações sistémicas.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"NO-GERÊS" O nosso único Parque Nacional

Criado em 1971, é a mais antiga área protegida portuguesa e a única classificada como Parque Nacional pela União Internacional de Conservação da Natureza. Abrange 72 000 hectares, dos concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro e Montalegre. Tem a forma de uma ferradura com a boca virada para Espanha, fazendo fronteira durante 100 km (do lado galego existe o Parque do Xerez).

O extremo noroeste corresponde ao planalto de Castro Laboreiro, na serra da Peneda, no Alto Minho. A concavidade central corresponde à serra Amarela (Lindoso) e ao vale do rio Homem (com a albufeira de Vilarinho das Furnas e a fronteira da Portela do Homem). Imediatamente a sul situa-se o coração do parque e a sua zona mais conhecida: o vale do rio Gerês, as Caldas do Gerês e a albufeira da Caniçada.

Na ponta contrária (sueste) desenvolve-se o planalto da Mourela, onde se situam as aldeias comunitárias de Pitões das Júnias e Tourém, já em Trás-os-Montes. O parque é atravessado por três grandes rios: Lima (desde a barragem do Lindoso até Entre-Ambos-os-Rios); uma dezena de quilómetros a sul corre o Homem, represado em Vilarinho das Furnas por uma barragem que implicou a submersão da aldeia homónima; finalmente, fazendo a fronteira sul do parque durante meia centena de quilómetros, o Cávado (com o qual o Homem conflui a jusante), cortado por três barragens: Paradela, Venda Nova e Caniçada.

A História está presente, com os dólmenes do planalto de Castro Laboreiro ou da serra do Soajo (Portela do Mezio) ou com um troço da via romana Braga-Astorga (na Mata da Albergaria). Da época medieval registam-se castelos (Castro Laboreiro e Lindoso) ou abadias cistercienses como Santa Maria das Júnias. Mais recente, o santuário setecentista da Senhora da Peneda. Fruto das condições adversas, desenvolveram-se tradições comunitárias. Nas regiões montanhosas do Soajo e da Peneda de Verão, os aldeões abandonam as povoações dos vales (inverneiras) e deslocam-se com o gado para as brandas, situadas a cotas mais altas.

Para ajudar os pastores desenvolveu-se o cão de Castro Laboreiro. O gado barrosão, adaptado aos rigores do clima, produzia carne e ajudava nos trabalhos agrícolas. A "revolução do milho", no século XVII, trouxe os espigueiros, construções em pedra e madeira onde a colheita era armazenada. Podem ser vistos nas aldeias do Soajo e Lindoso, formando campos de dezenas de exemplares. As paisagens de altitude dominam a serra do Gerês (miradouro da Pedra Bela, sobranceiro às Caldas). Há vales glaciários como aquele por onde corre a ribeira da Peneda. Encontram-se matas pujantes como as dos vidoeiros de Lamas de Mouro, dos carvalhos na Portela do Mezio ou a rara e sensível Mata da Albergaria.

Há quedas de água, como as do rio Arado (perto da aldeia de Ermida). Desaparecidos o lobo e a cabra selvagem, subsistem da fauna original da zona o garrano (cavalo selvagem de pequeno porte) e o corço, bem como o javali, a raposa, a lontra, para além de diversas espécies de aves de rapina. Assim se justifica que em 2007 tenha aderirido à rede das melhores áreas naturais da Europa, depois de ter sido aceite a sua candidatura ao sistema de certificação PAN Park´s.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Pelos caminhos do Monte da Franqueira - Barcelos | 13.12.2009


Muita água (lama)


Esta placa podia-mos coloca-la em
tantos sítios deste nosso Portugal!!!



Em alguns sítios o lixo era demais



Pedreira de Milhazes

Aqui também aparece as fitinhas
e as setas feitas com tinta


O trilho


Só de barco

Torre que é um Pombal

Alguns cogumelos






Por do Sol



Modesto templo que primitivamente resumia-se a uma pequena construção quadrangular a que corresponde a actual capela-mor. Esta conserva a cornija primitiva românica ornada de modilhões enquanto a cobertura é de abóbada de cantaria nervurada, gótica. Destaca-se o altar-mor, mesa monolítica de jaspe, assente em 3 colunas da mesma pedra, actualmente encoberta com um frontal de madeira e possuindo tribuna em talha simples, onde se venera uma imagem de N.ª S.ª da Franqueira, relativamente recente, talvez do séc. 18. No séc. 18 acrescentou-se-lhe uma nave de paredes rebocadas e tecto em estuque caiado, iluminada por amplas janelas, a sacristia e uma torre sineira.

Uma vista para o mar

Escadorio


Castelo de Faria localiza-se na freguesia de Faria, Concelho de Barcelos, Distrito de Braga, em Portugal.
Um dos mais importantes castelos do Entre Douro e Minho, foi erguido, isolado, no alto de uma elevação na vertente norte do monte da Franqueira, dominando o caminho que ligava Barcelos ao porto de Viana. Atualmente em ruínas, inscreve-se na Região Turística do Alto Minho.
Este local apresenta vestígios de povoamento desde a Idade do Bronze ate à Idade Média. Trata-se de um povoado que teve a sua maior expressão durante a Idade do Ferro, tendo depois sido reconvertido em castelo românico. Foi neste castelo que o Nuno Gonçalves, alcaide de Faria, foi assassinado por não ter permitido ao filho a rendição da praça aos castelhanos durante as Guerras Fernandinas.

Convento dos frades


Um vista para cidade de Barcelos


Pelas ruas de Carvalhal rumo a casa